Aluno do Colégio Objetivo conquista ouro na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica e é recebido pelo ministro Marcos Pontes em lançamento do programa “Ciência na Escola”

Luã de Souza Santos, aluno da 3ª série do Ensino Médio do Objetivo Integrado (SP), conquistou medalha de ouro e Prêmio Especial de Melhor Prova Observacional na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLLA).

O aluno da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Objetivo Integrado, Luã de Souza Santos, compondo equipe com mais quatro estudantes na delegação nacional na 10ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), foi recebido pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, no último dia 12 (terça-feira), em Brasília.

O convite veio em decorrência da conquista de medalha de ouro e de prêmio especial deMelhor Prova Observacional na OLLA e coincidiu com o lançamento do programa federal “Ciência na Escola”. “Senti-me honrado pelo convite. Isso tudo é muito gratificante. A medalha veio em decorrência de um ano intenso de estudos, para ser aprovado nas seletivas. Fazia provas de anos anteriores, frequentava o planetário, manuseava telescópios e muito mais. O prêmio de melhor prova observacional veio como consequência de ter gabaritado a prova de planetário”, conta Luã.

Igualmente entusiasmado, Júlio César Klafke, vice-líder da delegação brasileira, professor-orientador das aulas especiais de Astronomia e Astronáutica do Objetivo e professor-doutor da Universidade Paulista (UNIP) também foi um dos convidados. “Participar de uma olimpíada internacional como a OLLA é a coroação de um processo de seleção que impõe muitos desafios aos jovens. Mais do que aprender conteúdos, ensina-os a persistir em um caminho que conduz à realização de um sonho. Efetivamente, os prepara para a vida”, conta.

A vitória brasileira na OLLA

A 10ª edição da OLLA foi realizada em Ayolas, Paraguai, em outubro do ano passado. Os brasileiros disputaram com as delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai, configurando-se, pela premiação, como 1º lugar no quadro geral de medalhas.

Para o excelente resultado, os estudantes compuseram times multinacionais, mesclando membros dos países integrantes, como assim determina o regulamento, e foram avaliados em quatro provas:

1. Prova Teórica Individual: contou com cinco questões dissertativas com subitens, totalizando 19 perguntas para serem respondidas em 3h.

2. Prova Teórica por Equipe (três ou quatro estudantes de países diferentes): propôs quatro questões com 19 perguntas para serem respondidas também em 3h.

3. Prova de Lançamento de Foguetes por Equipe (três ou quatro estudantes de países diferentes).

4. Prova Observacional (Individual) em céu simulado.

5. Prova de Lançamento de Foguetes.

Sobre o “Ciência na Escola”

O “Ciência na Escola” é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o MCTIC. Visa aproximar estudantes de diferentes séries da atividade científica e incentivar a formação de cientistas e pesquisadores brasileiros. O programa deve promover a interação entre as universidades, as instituições de pesquisa, as escolas, os professores e os alunos, integrando todo esse sistema, para que pesquisadores e cientistas passem a fazer parte da formação do aluno.

Roberta Abrahão

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