O Centro Universitário UNICEPLAC será sede da etapa final da Vitalis: Olimpíada Brasileira de Medicina. O evento será realizado entre os dias 24 e 26 de abril, na unidade da instituição, no Gama, reunindo mais de 200 estudantes classificados de diferentes regiões do país. Ao todo, a edição, que teve início em setembro de 2025, contou com mais de 11 mil inscritos de todo o Brasil, sendo 49% provenientes de escolas públicas. Os vencedores serão premiados com medalhas de ouro, prata e bronze.
Voltada a estudantes de diferentes perfis, a competição contempla categorias para alunos do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio, além de modalidades abertas a interessados no universo da medicina. A iniciativa tem como objetivo proporcionar uma experiência formativa que estimule o interesse pela ciência, amplie repertórios acadêmicos e aproxime os participantes dos principais temas contemporâneos relacionados à saúde e à formação médica.
“A área da saúde é ampla e desafiadora. Ao participar da Vitalis, o aluno vivencia, na prática, aspectos reais do que é necessário para seguir a carreira médica. Tudo é pensado para proporcionar essa experiência, como simulação realística, conteúdos de medicina, exposições e estudos de anatomia. É uma oportunidade única para que estudantes interessados compreendam, de fato, o dia a dia da profissão e façam escolhas mais assertivas”, explica Gustavo Wigman, diretor presidente do Instituto Vertere, entidade responsável pela Vitalis.
Atividades práticas no UNICEPLAC
Durante o evento, os estudantes participam de atividades práticas que simulam o campo de atuação médica, além de realizarem provas de conhecimento. No UNICEPLAC, terão acesso ao maior centro de simulação realística e anatomia do Centro-Oeste, onde poderão desenvolver habilidades essenciais para a carreira, incluindo áreas complementares como gestão em saúde e aplicações de inteligência artificial.
“Acreditamos que experiências como essa são fundamentais para aproximar os estudantes da prática profissional, estimulando vocações e contribuindo para uma formação mais consciente e qualificada. Receber a etapa final da Olimpíada Brasileira de Medicina reforça o compromisso do UNICEPLAC com a excelência acadêmica e com o futuro da saúde no país”, destaca professora Kelly Pereira, reitora do UNICEPLAC.
“A realização das atividades em um ambiente acadêmico qualificado reforça a proposta da Vitalis de proporcionar aos participantes uma experiência inspiradora, conectada à excelência, à prática e ao futuro da medicina”, completa o presidente do Instituto Vertere.
Sobre a Olimpíada Brasileira de Medicina
A Vitalis – Olimpíada Brasileira de Medicina vem se consolidando como uma das iniciativas educacionais mais relevantes do país para estudantes interessados em saúde, biologia humana e carreiras médicas. Com proposta gratuita e abrangência nacional, a competição se destaca por ser a única 100% focada em medicina, oferecendo aos participantes uma jornada de aprendizado que conecta conhecimento acadêmico, vocação e protagonismo estudantil.
Ao longo de suas seis edições, a Vitalis já alcançou mais de 800 cidades e registrou mais de 40 mil inscritos, com forte presença feminina e ampla participação de estudantes da rede pública. Dados institucionais indicam que 65% dos participantes são mulheres e 49% são de escolas públicas, reforçando o compromisso da iniciativa com a democratização do acesso a experiências educacionais de qualidade.
A realização da olimpíada também está conectada ao trabalho do Instituto Vertere, entidade sem fins lucrativos dedicada à ampliação do acesso às olimpíadas do conhecimento. Com atuação voltada à promoção de experiências educacionais investigativas e imersivas, o instituto busca democratizar o ensino de qualidade e desenvolver o potencial de alunos e professores em todo o país.
“Ao estabelecer uma ponte entre o ambiente escolar e o campo da medicina, a Vitalis reafirma seu papel como uma iniciativa que inspira vocações, amplia horizontes e oferece aos jovens uma oportunidade concreta de aprofundamento acadêmico em uma das áreas mais estratégicas para o futuro da sociedade”, conclui Gustavo Wigman.





