Leia mais

Mais lidas

Útimas notícias

Conheça as jovens ginastas do DF que foram destaques no Brasileiro; veja vídeo

Pela primeira vez na história, atletas femininas brasilienses atuam no Campeonato Nacional de Ginástica Artística, Maria Flora, Maria Rosa e Alice Holanda são as protagonistas deste fato histórico.

A competição aconteceu no Ginásio Nilson Nelson, no Distrito Federal (DF) nesse fim de semana.

Com esse feito as meninas da Federação Brasiliense de Ginástica (FBG) colocam Brasília definitivamente na elite do circuito nacional de ginástica.

“Eu acho que foi muito bom eu poder trazer Brasília para um campeonato tão grande, para um brasileiro adulto. E foi muito legal”,.disse Alice.

A ginasta Alice Holanda, de 14 anos, impressionou por ter iniciado a carreira, aos 11 anos, muito tarde, para os padrões do esporte, e conseguido em apenas 3 anos de treinamento, atingido a capacidade de disputar o campeonato de ginástica artística adulto.

Rede de apoio

A empresária e professora Karina Carvalho, de 40 anos, disse que apesar de algumas falhas no desempenho de Alice, seu talento se mostrou nítido, tem muito a aprender, mas crê em seu potencial.

“É uma menina muito talentosa e ainda tem muito para crescer, então a gente tem grandes expectativas”, afirmou Karina.

O empresário Roberto Holanda, de 54 anos, acompanha a filha no esporte a todo momento, para ele, a determinação, empenho e ambição de Alice são atitudes responsáveis pelos resultados alcançados.

“É um orgulho, para nós pais, saber a dedicação e o desempenho que ela tem com a ginástica artística”, diz Roberto.

Já a mãe, Pâmela Monteiro, de 40 anos, destacou seu imenso orgulho pela disciplina exemplar da filha, que treina de segunda a sábado com dedicação.

“Meu coração fica a mil, transbordando de muito orgulho porque ela é muito disciplinada”, enfatiza a mãe.

A estudante de medicina, Laís Rocha, de 19 anos, estava na torcida pelas atletas brasilienses, e lembra com saudades da época em que competia com as amigas.

Para Laís, é muito especial e muito bonito vê-las competindo e leva a pensar que poderia ser ela, ali, se estivesse permanecido no esporte.

“É muito especial ver o crescimento delas também é muito… muito importante”, conclui Laís.

Por: André Henrique, Pedro Dias e João Delattre

Supervisão de Luiz Claudio Ferreira