ESCOLA DE CARNAVAL
Uma das novidades do decreto é a institucionalização do programa Escola de Carnaval, lançado em 2021 pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa com foco na reestruturação do Carnaval do Distrito Federal. O então projeto capacitou, apoiou e articulou a cadeia produtiva do Carnaval, a partir da profissionalização e gestão dos agentes ligados a entidades que atuam junto às comunidades com atividades permanentes.
Com curadoria do carnavalesco carioca Milton Cunha, o projeto contou com atividades formativas voltadas principalmente à realidade das escolas de samba, além de palestras, encontros, workshops e outras atividades que envolveram os membros das entidades carnavalescas. Como política de Estado, o programa pretende atuar como mecanismo de disseminação de conhecimento para os gestores das Escolas de Samba do Distrito Federal, seus componentes e comunidades ligadas ao setor.
A ação ganhou o prêmio de melhor iniciativa nacional de política pública do Carnaval brasileiro em 2022. “A Escola de Carnaval se tornou um case de sucesso no país inteiro. Uma iniciativa única de formação, capacitação e articulação de todo o arranjo produtivo do carnaval tradicional, ligado principalmente às escolas de samba, que tinham uma demanda reprimida muito alta no Distrito Federal, já que o desfile não ocorria há quase 10 anos”, explicou Sol Montes.
“Por conta da sua ótima aceitação na comunidade do Carnaval tradicional, a Secec decidiu instituir a Escola de Carnaval como política pública de Estado, para que ela se sobreponha a qualquer governo, para que seja perene e que cada vez mais atenda a essas comunidades”, arrematou a subsecretária.
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)